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Carro da semana, opinião de dono: Kia Picanto 2006

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Carro da semana, opinião de dono: Kia Picanto 2006

Mensagem por Sekones em Qui 24 Mar 2011, 18:10

Galera, estou colocando essa reportagem do Noticias Automotivas, sobre um Picanto 2006.
Achei muito interessante, pois sei que muitos vão identificar diversas semelhanças com o que foi relatado pelo proprietário.
A avaliação foi bem bacana e pode servir para esclarecer algumas coisas para todos!
Abs




Era o meio de 2007 e eu queria trocar de carro. Meu Twingo Initiale 2002, apesar de estar com baixa quilometragem (50 mil), começava a apresentar uns defeitos que eu não aceito em carro tão “novo” – câmbio começou a suar de óleo, os discos estavam indo embora antes das pastilhas, o leitor do CD já não era mais o mesmo. Queria um carro como ele, pequeno, diferente e completo. O Picanto me parecia a solução.


Esperei umas boas semanas pelo azul (com interior da mesma cor). A linha 2007 já tava chegando, mas o azul ia demorar ainda mais. Então o jeito foi aceitar esperar o último lote do antigo e pegar um 06/06 no meio de 2007, com um bom desconto. Paguei R$ 32.000 pelo carro (na época o zero custava 34.900, e não havia desconto).

Quase quatro anos depois, o carro registra 85.000 quilômetros e uma carinha de usado. A pintura não é mais reluzente, alguns barulhos surgiram, o câmbio não é mais o mesmo. Separei por itens pra facilitar. Meu “roteiro”: rodo entre 20 e 30 mil kms por ano, 75% em estradas em boas condições, entre São Paulo, Campinas e o Vale do Paraíba.

DESIGN E CONCEPÇÃO: foi o motivo principal de ter comprado o carro. Chama atenção até hoje por onde passa, mesmo em São Paulo, onde já tem muitos (quase todos com a cara nova). A maioria acompanha o carro com os olhos, alguns viram a cara, mas já fui questionado em semáforos e já dei de cara com máquinas fotográficas apontadas pra mim. Arrisco a dizer que, até, hoje, ele ainda possui um certo status perto dos nacionais do mesmo tamanho. Entretanto, uma vez um carro cruzou o semáforo na minha frente e gritou: “ô carro feio”. Bonito era o Gol caixa tunado dele… Quem entra elogia o painel e os bancos azuis (acho que no fundo brasileiro só compra carro prata pra revenda mesmo), além do espaço, que é bom pra quem tá na frente, um pouco apertado pra quem vai atrás, mas nada de outro mundo.

Os bancos dianteiros são altos, então dá pros passageiros de trás colocarem os pés sob eles. Porta-malas é enfeite e tá ali porque o carro tem que ter. Eu sou solteiro e sozinho, pras compras dá, pra viagem de fim de semana é tranquilo. Pra dizer a verdade já levei máquina de lavar roupa e uma mini cama elástica nele. Mas pra uso de uma família, mesmo pequena, esquece. Os equipamentos são generosos (nem tanto pra quem sai de um Initiale), mas você vai se sentir exatamente como eu se trocar um carro francês por um oriental: falta pirotecnia. As portas não vão travar quando você anda, a luz interna não faz idéia do que seja um temporizador, e o som, coitado, nem sabe o que é RDS ou controle no volante. Ah, e se quiser travar ou destravar as portas internamente, tem que ser no pino, como nos anos 90, pois ele não tem botão pra isso. Tudo que tinha no Twingo, de projeto de quase 20 anos. Os Picantos mais novos ao menos saem com alarme, som com USB e airbag em todas as versões, coisa que o meu 2006 desconhece.

MOTOR: Não, nego: não ligo muito pra motor. Mesmo assim ele me surpreende. Cabe salientar que o meu é 1.1, não sei os 1.0 hoje a venda, mas ainda tô pra conhecer um 1.0 que ande como ele. Mesmo Celta e Gol achei chocho comparando, sensação agravada pelo câmbio de trator dos nacionais. O legal das 12 válvulas é que ele tem uma boa distribuição de potência e torque, sem privilegiar muito uma faixa ou outra. Dá pra andarem baixos e altos giros. Puxa legalzinho na cidade, e já viajei com mais quatro pessoas, mala cheia e com ar ligado, sem problemas. Um elogio grande pra esse carro é o fato dele não sentir muito o peso da carga ou do ar (este que praticamente não faz diferença pro desempenho). Quem já teve um Twingo 16v com ar sabe que aquilo só anda acima de 4 mil rpm se você quiser se manter refrigerado.

CÂMBIO: Aqui a pessoa tem que gostar de câmbio longo. Usar segunda aonde um Celta iria de quarta. Nem pensar em engatar terceira antes dos 25 km/h ou sair de segunda, ele não aceita. Se você tem um Palio Fiasa, a relação final da sua quinta marcha está mais próxima da minha terceira que da minha quarta. O câmbio é mais longo que do Tracker da minha mãe. Isso significa que ele chega a 85 de segunda e 140 de terceira. Como não tenho preguiça de reduzir marcha, pra mim é só vantagem. Ando normal na cidade, e na estrada, só reduzo pra quarta se precisar (em 5ª são 3400 giros a 120; em quarta, 4100, menos que a maioria dos 1.0 em quinta). Mas não sinto falta de força em quinta, dá pra andar de boa, mesmo carregado e com ar ligado. Os engates são fáceis, compararia a precisão com os de um C3, mas com os engates um pouco mais borrachudos. E foram ficando cada vez mais borrachudos conforme o tempo passou. Mas nunca chegou perto de arranhar, escapar ou emperrar qualquer marcha pra entrar.

CONSUMO: grande triunfo. Meu uso é quase exclusivo em estradas do tipo Carvalho Pinto e Bandeirantes, por isso não sei dizer um consumo somente em cidade. Mas já gastei muito de um tanque rodando mais em cidade e menos em estrada. Nunca fez menos que 15 km/l. Minha média é de 17 km/l, geralmente 80% estrada-20% cidade. Aqui cabe salientar que ele funciona como qualquer carro, principalmente os 1.0: pisou, vira um V8. Se a 100 km/h ele faz fácil 19 km/l, a 140 desce pra 13. Um carro pra andar na manha… Cabe ressaltar que ele tem o tanque pequeno, muito pequeno. Apesar da Kia divulgar 32 litros, mesmo andando até o cheiro da reserva nunca consegui colocar mais que 27 litros nele (cerca de 70 reais), até o desarme da bomba, o que me é suficiente pra ir de Lorena a São Paulo, rodar a semana lá e voltar sem precisar abastecer (o que dá perto de 480 quilômetros). Se lá em cima eu disse que o ar condicionado não rouba potência do motor, ele rouba uma gasolina, pois o consumo cai bastante, em média uns 2 km/l.

RESISTÊNCIA: Não sei se sou um usuário comum. Além de tratar o carro como pão-de-ló, só uso ele em estradas e vias boas. Mas isso não significa que já não tenho usado ele em barro, areia, estrada de terra e buracos. Lorena é calçada quase que somente em paralelepípedos. Mesmo assim, a suspensão até hoje tá impecável. Buchas, amortecedores, bandejas, tudo original de fábrica e longe de estar precisando de troca. As pastilhas têm meia vida útil ainda (sim, são as originais), a embreagem está longe de precisar de troca. A bateria foi trocada aos 65 mil kms. De resto, o carro nunca me deixou na mão.

PÓS-VENDA E ASSISTÊNCIA: A recomendação que tenho é: achou uma boa concessionária, agarra ela. No começo eu viajava 500 kms até Ribeirão Preto pra fazer as revisões. Valia cada centavo passar direto por SP e ser atendido em uma boa concessionária do interior. Acho que é como qualquer marca, tem concessionária ruim e boa. Tem lugar que te trata como um lixo (um consultor já me mandou esperar ele voltar do almoço, se não confiasse que me ligaria depois – e ele não ligou) e tem lugar que te tratam como rei. Como qualquer marca de qualquer nacionalidade, sempre vão querer te culpar primeiramente pelo defeito de fábrica, mostrar uma má-vontade pra consertar, mas acho que isso é generalizado.

Aqui cabe dizer que, aos 2500 kms, minha caixa de direção começou a bater quando o volante estava esterçado mais de ¼ de volta e o piso era ruim, como paralelepípedos – defeiro de qualquer Picanto da época. Foi até os 15 mil kms assim. O mais engraçado é que nenhuma concessionária escutava o barulho, sempre diziam que a suspensão foi “apertada” e tava tudo ok, ele não fazia meu barulho imaginário. Depois que apareci no Autodefesa da 4rodas reclamando disso, em 2008, o Gerente Geral de sei lá o quê da Kia em Itú me ligou pessoalmente e pediu pra eu escolher qualquer concessionária do país que ele estava mandando trazer uma caixa de direção novinha da Coréia pra mim (olha a importância do cidadão aqui). E lá foi meu carrinho pra Ribeirão de novo… Ah, o barulho voltou três meses depois, e como não é do interesse da 4rodas fazer a matéria de novo, tá batendo até hoje…

PEÇAS E REVISÕES: Nunca tive problema com disponibilidade de peças. Pelo contrário, quando não tinha, encomendavam e chegavam no prazo estipulado, geralmente 10 dias. Mas nunca precisei de lataria ou peças de acabamento. Somente peças de desgaste comum. Os preços sempre foram de carro importado, mas senti uma boa queda desde então. Já paguei 65 reais pelo filtro de óleo em 2007. Hoje sei de concessionária que cobra 14 pela peça, 120 pela correia do motor e 48 pelo kit de velas. Pesquisar conta muito também, como qualquer marca.

Preço das revisões: 1000kms (não existe mais): 120 reais; 10000: 190 reais; 20000: 340 reais, 40000: 810 reais, 50000: 310 reais.

Como percebi que a garantia não tava sendo mais útil, evitei fazer a de 60000 com eles (é a que trocam todas as correias e tensores). Na época sairia por mais ou menos 1600 a 1800 reais. Hoje sigo a manutenção imposta pela importadora… fora de sua rede. Mas, como disse, os preços vão baixando aos poucos. Achei uma vez a nota-fiscal da primeira revisão de um Soul na mesa de uma concessionária de Campinas: 88 reais.

DIRIGIBILIDADE: pra mim outro ponto forte. A posição de dirigir é gostosa, o carro te veste. Por ser pequeno, é fácil costurar o trânsito. O câmbio longo é algo positivo pra mim. E incrivelmente vai muito bem na estrada, pega poucos ventos laterais, tem boa estabilidade e vai em silêncio, sem motor berrando. O freio é mediano: não tem tendência a travar, não puxa pra lado nenhum e nem te dá sustos, mas sempre pensei que ele poderia ser um pouquinho melhor em situações de emergência. Ponto fraco mesmo, pelo menos pra mim, vai pra dureza da suspensão. Nesse ponto o Twingo chegava a ser um Landau.

O Picanto lembra um Fit de primeira geração. Creio que ela não foi adaptada pro nosso país, o carro sofre em piso ruim. Em paralelepípedos então, a sensação de fragilidade é grande. Quando era novo tinha a sensação de que ele chegava a quicar em paralelepípedos, dependendo da velocidade. Nunca consegui passar de 25 km/h nesse piso, dá dó. A suspensão é naturalmente um pouco barulhenta, mas não muito diferente de um nacional com a mesma quilometragem. É bom salientar que ele possui poucos barulhos internos pra quilometragem: o painel sempre será quieto, quem gosta de umas batidas são os acabamentos das portas (principalmente os pinos), e a tampa traseira.

PNEUS: o grande problema do carro. Nem é o preço (cerca de 210 cada, se souber pesquisar), mas podem pegar uma calculadora: a altura da banda lateral é a de um Vectra Elite. Não existe um dono de Picanto que não tenha pegado bolha ou reclamado da rigidez dos Hankook 165/60. Recentemente troquei os sapatos dele, optei por 175/65 (como quase todo mundo faz). A estética vai pro lixo, é verdade, fica parecendo um trator, mas a dirigibilidade melhora muito. Era o que faltava. Os barulhos internos somem, a suspensão aquieta, asfalto com ranhuras ou quebradiço deixa de ser uma dor de cabeça, tudo na sua frente fica mais macio e plano. Mesmo quando pega buraco, a suspensão trabalha igual deve ser, com um soco seco e abafado. E o carro incrivelmente fica mais estável, o consumo e desempenho não mudam. Recomendo a troca por quem é insatisfeito com isso.

RESUMO: depois de quatro anos ao meu lado, chego a conclusão de que é um carro excelente. Na época me arrisquei com um coreano novato (creio que como fazem hoje com os chineses), mas não me arrependo de forma alguma. Nunca me deu problemas graves, nunca chegou perto de me deixar na mão. Um carro resistente e com montagem caprichada, bem diferente dos duvidosos chineses de hoje. É econômico, pode dormir na rua porque não é visado, as peças não estão mais tão inacessíveis. Tenho dó de vender, até poderia trocar por um zero (é o que faria se trocasse de carro), mas gosto dele.

Se fosse vender, como já anunciei na internet em tempos de loucura, não demoraria a pegar entre 24 e 25 mil reais de um particular. Considerando o tempo que estou, a quilometragem e o preço de compra, não acho que desvalorizou significativamente, mesmo porque um Gol ou Celta 1.0 completo 2006 não valem nem perto disso. Recomendaria o carrinho e parabenizo quem está comprando os com frente nova. E que venha a nova geração!

HISTÓRICO E LISTA DE DEFEITOS:
2500: barulho na caixa de direção (trocada aos 15 mil kms na garantia)
15000: começaram uns poucos barulhos internos, maioria na tampa traseira
19000: volta o barulho na caixa de direção
28000: uma bolha me obriga a trocar os dois pneus dianteiros, que ainda tinham mais de meia vida (180 reais cada)
50000: troca em garantia das borrachas internas do vidro do motorista (fazia um barulho de batida muito alto quando chegava no topo)
59000: outro buraco estoura o pneu dianteiro e cria uma mega bolha no traseiro. A suspensão segue firme e forte, mas os pneus…
65000: troca da bateria original de 45 ampères (170 reais)
72000: alguns leds do som original Kia-Clarion deixaram de funcionar, o aparelho já não segura mais a música do CD em buracos como antes
73000: barulho metálico na suspensão em paralelepedos, do lado esquedo. Solução: troca das duas molas da pastilha de freio (R$ 17 as duas, encontrei em outra concessionária por R$ 35 a unidade)
78000: o carro vibra inteiro acima de 110. Suspensão perfeita, rodas balanceadas, a vibração persiste. O defeito, descoberto duas semanas depois: uma bolha no lado interno do pneu que, de tão grande, chegou nos sulcos da banda de rodagem. Explodiria a qualquer momento.
82000: troca dos pneus pelos silenciosos e macios Michelin 175/65

Por Adriano Vieira

Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br/carro-da-semana-opiniao-de-dono-kia-picanto-2006/
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Re: Carro da semana, opinião de dono: Kia Picanto 2006

Mensagem por orzfull em Qui 24 Mar 2011, 18:18

Putz!!

O caboco é da mesma cidade que eu - Lorena - SP.

Se brincar já vi esse carrinho por lá. Nas férias, o meu era o único Azera da cidade... Lá é VW FC e as 4 grandes reinam, pois as ccs "exóticas" só de Taubaté pra frente.

Lorena fica na Via Dutra no Km 53. Caçapava no Km 127 e SJC no 147.

Cidade do interior mesmo...
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Re: Carro da semana, opinião de dono: Kia Picanto 2006

Mensagem por souateu em Sex 25 Mar 2011, 11:39

Acho o carro extremamente funcional para a cidade, ainda mais a versão automática.

Eu teria um mas também teria um outro maior para viagens e tal.

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Re: Carro da semana, opinião de dono: Kia Picanto 2006

Mensagem por TheBombBR em Sex 25 Mar 2011, 11:42

Esse eu passaria longe, muito pequeno kkkkkkkkkkkk

Meu i30 eu uso o banco no ultimo ponto de distancia do banco.
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Re: Carro da semana, opinião de dono: Kia Picanto 2006

Mensagem por Sekones em Sex 25 Mar 2011, 16:06

Eu não compraria pra mim, pois acho que não combina comigo...
Mesmo assim, dirigi um picanto e, tem espaço suficiente para um motorista alto... eu tenho 1,90m e fiquei confortável! No entanto, se alguém sentar atrás do motorista, ficará bem apertado... isso é um problema de todos os carros pequenos! Normal!
No i30 é diferente. O espaço interno, em comparação com o porte do carro, é excelente... meu banco fica no ultimo ponto de distância e, ainda, sobra um bom espaço para uma pessoa ficar atrás... sem aperto!
Acho o Picanto a melhor opção do segmento... e o sucesso só tende a aumentar, principalmente com a chegada do novo modelo, que é bem mais agradável!
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Re: Carro da semana, opinião de dono: Kia Picanto 2006

Mensagem por TheBombBR em Sex 25 Mar 2011, 17:53

acho que ele é superior a carros como, celta, uno, gol, palio, ka e outro compactos.
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Re: Carro da semana, opinião de dono: Kia Picanto 2006

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