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Reportagem WebMotores - Guia de Compra – Hyundai i30

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Reportagem WebMotores - Guia de Compra – Hyundai i30

Mensagem por Sekones em Qui 22 Mar 2012, 10:53

Guia de Compra – Hyundai i30

Veja as melhores dicas para comprar um exemplar usado do modelo que tirou o VW Golf da liderança

Texto: Laner Azevedo/Mídia Motor

(20-3-12) - No início de 2007, a Hyundai surgia na mídia europeia e asiática apresentando sua mais nova aposta para brigar por um lugar ao sol no ranking dos hatchs médios. Surgia o i30, um carro que introduzia em seu nome o reflexo da filosofia mundial da empresa. De acordo com um comunicado divulgado pela empresa à época do lançamento, a partir de então, seus carros passariam a ter seus nomes formados pelo prefixo “i” e por mais dois dígitos.

A explicação seria porque a letra “i” seria um símbolo para expressar alguns conceitos que a marca procurava imprimir em suas criações, começando com a “Inspiração”, um dos três pilares sobre os quais se apoiava a marca desde então – os outros eram “Qualidade” e “Auto-confiança” (self-assured). Mas o significado da letra “i” ainda ia mais longe dentro da política da empresa coreana e ainda servia para representar “Inteligência” e “Integridade”, elementos que segundo a companhia, seus consumidores deveriam esperar dela.

Mais um fruto do Centro de Design da Hyundai sediado em Russelheim, na Alemanha, o i30 trouxe em seu lançamento uma tendência de design que mais tarde seria vista em outros modelos da marca, como Azera, Elantra e até mesmo no revolucionário Veloster, e dividia a plataforma com o irmão gêmeo Kia Cee’d. Linhas curvilíneas, associadas a faróis assimétricos e de grande volume, cintura alta, vincos marcantes, um ar esportivo, eram alguns dos elementos que sua carroceria expunha ao mundo, marcando com ênfase a sua chegada ao panorama mundial das quatro rodas.

E a influência alemã logo de cara foi notada pelos jornalistas quando tiveram contato com o carro por lá, principalmente quando a análise recaía sobre a lateral do carro, cujo vinco inferior era uma inspiração do BMW Série 1, e também quando se olhava para a sua traseira, onde, tirando o prolongamento das lanternas traseiras, estas pareciam muito similares à do carro alemão, assim como sua Coluna C (a situada entre a porta traseira e a porta do passageiro de trás).

A chegada ao Brasil

A primeira aparição do i30 por aqui se deu cerca de um ano e meio depois de sua avant première no Velho Continente. No início de 2009, o Grupo CAOA apresentava as primeiras unidades importadas da Coreia do Sul à imprensa especializada, que prometiam chacoalhar o mercado de hatchs médios.

Logo em sua chegada a terras tapuias, o i30 foi apresentado inicialmente apenas em uma versão intermediária, a GLS, que trazia ar-condicionado digital, teto solar, duplo air bag frontal, freios com ABS e EBD, ao custo de R$ 69.990. Sob o capô, o mesmo motor Beta HI-TECH do Tucson, 2.0, DOHC, com comando de válvulas variável CVVT e transmissão automática, capaz de gerar 145 cv e movido apenas a gasolina. Pouco depois vieram outras três versões (sempre com o mesmo motor 2.0), a básica, chamada de GL, com ar condicionado não digital, câmbio manual e air bag duplo (com transmissão automática esta versão subia para R$ 58 mil), uma custando R$ 63 mil, que trazia ar-condicionado digital, uma outra top, com sensor de estacionamento, disqueteira para seis CDs, entrada para iPod e bancos revestidos em couro, além, claro, do câmbio automático. O senão era que o carro era disponibilizado apenas nas cores preta e prata, o que gerou algumas reclamações por parte dos mais inconformados. Por outro lado, a Hyundai enchia a boca para anunciar sua garantia de 5 anos, algo feito somente por pouquíssimas marcas até então e que, em outras palavras, procurava avalizar a qualidade do novo carro.

Além de uma motorização que já caíra na confiança do consumidor brasileiro, o i30, embora fosse um hatch médio, trazia considerável espaço interno, graças à uma boa distribuição de medidas: 4.245 mm de comprimento, 1.765 mm de largura e 1.480 mm de altura, mas era sua amplitude no entre-eixos (2.650 mm) que tratava de possibilitar que os passageiros pudessem desfrutar de bom espaço para as pernas, mesmo nos bancos traseiros. Os bancos, mesmo os revestidos por tecido, também foram bastante elogiados nas avaliações, com destaque para os dianteiros, com regulagens (manuais) de posição. Embora seu porta-malas com capacidade para carregar 340 litros não era dos maiores da categoria, podia alcançar os 1.250 litros se os bancos traseiros fossem rebatidos.

O design era outro item que despertou o desejo de compra do consumidor e seus suspiros de esportividade refletidos nas linhas e nas rodas aro 17” calçadas com pneus de perfil baixo 225/45 R17 e isso associado ao desempenho oferecido pelos 145 cv de potência a 6.000 rpm e pela elasticidade proporcionada pelo torque de 19,0 kgf.m a 4.500 rpm, conferiam ao i30 a possibilidade de uma pilotagem segura e, quando necessária, mais agressiva. Apesar disso, houve quem reclamou da qualidade dos cromados aplicados às rodas e também, dos acabamentos em madeira no interior, mas por outro lado, o desenho do painel com fundo branco e sua iluminação em azul eram sempre motivo de elogios ao i30.

A estratégia adotada por aqui foi a mesma que já tinha feito sucesso com o SUV Tucson: oferecer mais por menos e isso se revelaria algo acertado com o i30, que com apenas nove meses de presença nas concessionárias, já atingia no final de 2009 a 18ª posição entre os carros mais vendidos do país, segundo o ranking de emplacamentos da Fenabrave, atingindo 13.353 unidades vendidas no período – em sua categoria, a dos hatchs médios, o i30 estreou já na quinta posição, amealhando 8,16% de participação de mercado, enquanto que o líder da ocasião, o Chevrolet Astra, vendera naquele ano 29.678 carros.

Dois mil e nove terminou para a Hyundai com o i30 vendendo em dezembro daquele ano, 3.348 unidades, um êxito que surpreendeu todo o board da empresa, uma vez que durante o anúncio do carro por aqui, seus executivos imaginavam vender algo em torno dos 2 mil carros por mês – se alcançassem os 3 mil estariam dando pulos de felicidade. para se ter uma ideia, ele já vinha dando mostras de que viera para brigar pela liderança do segmento, já que naquele dezembro de 2009, o líder Astra já vinha dando sinais de cansaço, tendo vendido apenas 2.689 unidades neste período.

A perua e a segunda geração

Depois que o Kia Cee’d apareceu no final de 2009 apresentando novidades em seu visual, no ano seguinte, em 2010, foi a vez de a Hyundai mostrar que não estava parada no tempo e tratou de promover um face lift no i30 para mostra-lo no mesmo Salão de Genebra, local que marcara sua chegada ao mundo três anos antes, entretanto, por aqui o carro não sofrera nenhuma modificação para sua versão 2010, entretanto, em agosto deste ano chegava por aqui a versão perua, batizada de i30 CW.

Os 230 mm a mais no comprimento da CW, de Crossover Wagon, não foram alocados totalmente no porta-malas, mas de maneira a contribuir com o aumento também no espaço destinado aos ocupantes do veículo, já que deste total, 50 mm foram aplicados para aumentar o entre-eixos e o restante (180 mm), sim, aplicado na traseira do veículo. Isso se refletiu em ganho de peso, obviamente, e 44 kg foram acrescidos ao peso original do i30, que passou de 1.327 kg para 1.371 kg, mas por outro lado, a capacidade de carga do carro alcançou os 415 litros.

Dois mil e onze (2011) chegou sem que a marca coreana presenteasse o consumidor com as mudanças que foram aplicadas ao i30 e ao Cee’d na Europa e nem mesmo o motor bicombustível, algo que o consumidor já vinha pedindo desde o seu lançamento, dois anos antes, mas a esta altura, os planos de construir uma fábrica em Piracicaba (SP) para a produção do i30 no Brasil já pululavam na mídia, entretanto, a desandada sofrida pela economia, principalmente na Europa, fez com que a diretoria da empresa no Brasil mudasse os planos, adiando a entrega da fábrica para o início de 2013 – por enquanto, a única planta produtora da marca no país fica em Anápolis (GO), onde é fabricado o utilitário HR e o SUV Tucson.

Para 2012 o carro continuou a ser vendido sem nenhuma alteração, entretanto, em três anos de vendas por aqui, o carro mostrou que o fôlego demonstrado logo em seu primeiro ano de vida o levou longe na classificação dos mais vendidos. De acordo com a Fenabrave, em dezembro de 2011 o carro já alcançara a segunda posição no segmento dos hatchs médios, perdendo apenas para o Fiat Punto. O i30 teve emplacadas em 2011 35.717 unidades, apenas 830 a menos que o líder, o que fez com que o carro da Hyundai detivesse 18,5% do segmento.

As inovações no Cee’d (Hyundai e Kia são empresas coirmãs), foram a senha para que começassem as divagações a respeito de quando chegaria a segunda geração do i30, afinal de contas, as marcas costumam renovar as linhas de seus carros com quatro anos. Assim, no começo de 2012 começaram a aparecer na mídia especializada as primeiras fotos do novo i30. O carro agora traz aquela linha de cintura alta bastante vincada, herança do Azera e do Elantra e que tornou-se uma espécie de marca registrada da Hyundai, uma frente que parece ter bebido na fonte de inspiração do Ford Focus e uma traseira onde as lanternas perderam as pontas superiores, abrindo espaço para um aumento na área do vidro traseiro – algo que alguns reclamavam ser pequeno e alto demais, limitando o campo visual atrás. Outra grande novidade é o novo motor: o 2.0 será aposentado em prol de um flexível 1.6 16V GDI, de 140 cv e transmissão de seis marchas manual ou automática.

Fique Atento

Embora o Hyundai i30 não seja um carro que costuma bater cartão no mecânico, é bom ficar atento quando levá-lo para a manutenção ou mesmo, a uma simples troca de óleo. É que não são raros os casos em que o mecânico ou mesmo a concessionária, acaba colocando no cárter do carro o óleo 10W40, que custa R$ 35 o litro.
Os recomendados no manual do proprietário do carro, 5W20 ou 5W30 custam mais (R$ 59 o litro do primeiro e de 40 a R$ 50 o litro do segundo), mas como não existe milagre no mundo da mecânica, após um tempo rodando com o óleo errado, o carro começa a apresentar ruídos que até então não haviam no motor, podendo aumentar o consumo de combustível e até mesmo comprometer a durabilidade do propulsor. O pior é que em alguns casos, a própria Hyundai não se manifesta sobre se ela própria está indicando aos concessionários que apliquem este óleo no motor do carro.

Mesmo com os modelos que rodam por aqui ainda estarem dentro da garantia, não compre um i30 sem que você saiba mesmo avaliar se o barulho do motor do carro está normal ou avariado por este problema. Segundo proprietários consultados, o barulho surge geralmente, ao se ligar o carro, durante os dois ou três minutos iniciais.

Apesar do i30 ser um carro com diversos itens de série, peca em pequenos detalhes, como a falta do travamento automático das portas com o carro em movimento, pela falta da lanterna traseira de neblina, pela ausência de cinto de três pontos ao terceiro ocupante do banco traseiro – algo que há no Tucson – e pelo fato de os vidros elétricos não contarem com sistema one-touch, que sobe ou baixa os vidros com apenas um toque.

Seus rivais, em geral, possuem câmbios automáticos de 5 e até mesmo de 6 marchas, mas isso parece que só vai acontecer com a versão 2013 do i30 – os que equiparam o carro até hoje têm apenas 4 marchas.

Por ser um carro com pneus de perfil baixo, que costumam ser mais duros que os de perfil 70, por exemplo, o i30 acaba sofrendo – e seus ocupantes também – com a péssima qualidade da manta asfáltica brasileira. Com isso, além de transferir muitas irregularidades para o habitáculo, a suspensão acaba pagando o preço desta combinação indigesta. Portanto, dê uma volta com o carro e fique atento a eventuais barulhos nas suspensões, bem como, com o balanceamento das rodas e o alinhamento da direção. em um terreno totalmente plano, solte o volante e observe se o carro tende a ir para algum lado.

Algo que tem sido alvo de reclamações dos proprietários de veículo Hyundai de modo geral, é a baixa capilaridade da rede de concessionários, o que acaba gerando dificuldade para o agendamento de serviços. Além disso, as peças que não são cobertas pela garantia costumam ser caras e ainda por cima, podem demorar pra chegar.

Recall

Aqui no Brasil ainda não houve nenhuma convicação de recall para o i30, mas verifique a marca dos pneus do carro. Se forem da chinesa Kumho, é melhor ponderar a compra, pois no ano passado a Hyundai e a Kia foram obrigadas a convocar um recall para seus carros fabricados na China e que saíam equipados com pneus desta marca. Foram 63.588 carros da Hyundai e 7.208 da Kia. Segundo o comunicado divulgado por lá, devido à má qualidade da matéria-prima empregada na fabricação dos pneus, estes poderiam furar com facilidade, comprometendo a segurança do veículo. Aqui no Brasil, os i30 costumavam ser equipados com pneus da Hankook, mas é bom ficar atento. Para mais informações, entre em contato com o SAC da empresa: 0800-559545

Fonte: http://www.webmotors.com.br/wmPublicador/yahooGuiadecompra_Conteudo.vxlpub?hnid=46471
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Re: Reportagem WebMotores - Guia de Compra – Hyundai i30

Mensagem por mhtrabuco em Qui 22 Mar 2012, 11:19

Acabamentos em madeira no interior e painel com fundo branco?? Cuma?

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Re: Reportagem WebMotores - Guia de Compra – Hyundai i30

Mensagem por Sekones em Qui 22 Mar 2012, 14:33

Essa reportagem está cheia de furos... kkkkkkkkkkkkkk

Isso que dá o cara ficar fazendo pesquisa a partir, somente, de noticias veiculadas pela internet! O cara nem se deu ao trabalho de conhecer o carro, realmente! uahauhauaha

Como só estou divulgando a noticia, podem descer a lenha, a vontade! hehehehe

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Re: Reportagem WebMotores - Guia de Compra – Hyundai i30

Mensagem por Luiz Paulo em Qui 22 Mar 2012, 15:01

Reportagens que direcionam os consumidores tá cheio ..... começam falando bem depois comparam com ford e tal ..... se o carro nao fosse ótimo, não se via tanto na rua, eu nao reparava muito, mas agora que estou na reta final de pegar o meu (está colocando a placa hoje na css) pra cada lugar que olgo vejo um ...... isso sim é bom sinal. abraço
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Re: Reportagem WebMotores - Guia de Compra – Hyundai i30

Mensagem por TheBombBR em Qui 22 Mar 2012, 16:46

tem coisa que só aconteceu quando o carro chegou e mesmo assim a propria ccs arrumava sem custo que é o caso do travamento de portas.
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Re: Reportagem WebMotores - Guia de Compra – Hyundai i30

Mensagem por lvarella em Qui 22 Mar 2012, 17:14

3 anos depois do i30 no mercado e ainda tem gente querendo escrever sobre o i30 sem pelo visto ter andando em um.

- Travamento de Porta ( Isso sempre teve)
- Concorrentes com câmbios de 5/6 Marchas??? Focus tem 4 marchas, C4 é que fico na dúvida, será que ele tá comparando com Punto, Polo??

Perdeu toda a credibilidade depois disso esse texto.

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Re: Reportagem WebMotores - Guia de Compra – Hyundai i30

Mensagem por Felipe Drumond em Qui 22 Mar 2012, 18:55

Acabei de fazer revisão de 10.000, e andei 6km e nada mais. Como posso identificar o óleo que colocaram? Disseram (e tenho nota) de que foi o 5w30 sintético.
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Re: Reportagem WebMotores - Guia de Compra – Hyundai i30

Mensagem por dfvalle em Sex 23 Mar 2012, 09:31

lvarella escreveu:3 anos depois do i30 no mercado e ainda tem gente querendo escrever sobre o i30 sem pelo visto ter andando em um.

- Travamento de Porta ( Isso sempre teve)
- Concorrentes com câmbios de 5/6 Marchas??? Focus tem 4 marchas, C4 é que fico na dúvida, será que ele tá comparando com Punto, Polo??

Perdeu toda a credibilidade depois disso esse texto.


O C4 também possui 4 marchas. Agora comparar o i30 com Punto foi f...
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